Resenha - E Se Fosse Verdade, Marc Levy

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São Francisco, em julho de 1996. A jovem e bela Lauren, estudante de medicina, sofre um acidente de carro, entra em coma e vai parar no mesmo hospital onde trabalha. Apesar de seu estado, Lauren consegue, espiritualmente, voltar para o seu antigo apartamento. Lá, encontra Arthur, o arquiteto que é o novo morador do imóvel e a descobre no armário do banheiro ao ir tomar banho. Ele é a única pessoa que consegue vê-la, ouvi-la e senti-la.
Inicialmente se recusando a acreditar na história de Lauren, Arthur só fica convencido de toda a verdade quando vai até o hospital e a encontra desacordada. A partir daí, ele vai fazer o impossível para ajudá-la a voltar ao seu estado natural.







Lauren é uma estudante de medicina jovem, dedicada e que sempre dá o máximo se si, ao sofrer um acidente de carro Lauren acaba em coma no mesmo hospital em que trabalha, mas apesar de seu corpo estar preso a uma cama de hospital, o espírito de Lauren consegue voltar para o seu apartamento.





Após achar o apartamento perfeito para alugar Arthur, só queria levar sua vida de forma simples, mas um certo dia, enquanto tomava banho Arthur ouve alguém cantarolando dentro do banheiro, ou melhor, dentro do armário do banheiro. É quando Arthur encontra Lauren, uma garota bonita que se surpreende ao saber que Arthur pode vê-la e ouvi-la.

Acontece que Arthur não acredita muito na moça quando ela lhe conta a verdade. Afinal, quem acreditaria numa pessoa que diz ser um espírito? É então que Lauren decide levar Arthur até o hospital, para que ele possa conferir com os próprios olhos.


A vida de Arthur passar a ser um pouco mais complicada depois que ele descobre a verdade, seu melhor amigo Paul acha que ele enlouqueceu, ninguém acredita no que ele diz e o fato de aparentemente ele falar sozinho não ajuda muito.

Mas, não importa o que as pessoas pensem dele, o que ele quer mesmo é ajudar a salvar a vida de Lauren, o que será bem complicado, afinal ela está em coma profundo e sua mãe decide que depois de meses sem dar sinal de vida, talvez esteja na hora de deixar a moça descansar em paz.


O livro é leve, romântico e cheio de passagens engraçadas. Para quem não sabe (oque eu acho bem difícil) em 2005 foi lançado um filme baseado nesse livro, porém, apesar de ser extremamente lindo não se deixe enganar pelo filme já que as diferenças entre o filme e o livro são bem gritantes.


“-Esse banco mágico está à disposição de todos nós, é o tempo! A cornucópia dos segundo que se vão! A cada manhã, quando acordamos, temos um crédito de 86.400 segundos de vida para aquele dia, e quando dormimos, à noite, não há reposição. O que não se viveu naquele dia se perde. O dia de ontem já passou. Diariamente a mágica recomeça e temos um novo crédito de 86.400 segundos de vida, mas devemos nos virar com essa regra incontornável: o banco pode fechar nossa conta a qualquer momento, sem aviso prévio algum. De fato, a qualquer momento a vida pode ter fim. E então, o que fazemos com nossos 86.400 segundos cotidianos?” Página 206

Título Original: Et si c'etait vrai...
Autora: Marc Levy
Páginas: 232
Editora: Suma de Letras
ISBN: 
9788581051325
Ano: 2013  

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1 comentários:

Natália Alves disse...

Eu gosto tanto do filme quanto do livro apesar de todas as diferenças. Adorei a resenha!

Beijo,
Naty.

 
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