Por Talita Helen
Resenha
Desafio de Férias
Chantilly
-Um diário foi escrito. Catherine Aragon, numa atitude desesperada, escreve suas recordações em busca de socorro. Somente dez anos depois suas palavras foram ouvidas por um renomado cientista. Ethan Stuart, um homem com pouco carisma, toma as rédeas da situação para tentar ajudá-la.
Ele contará com a ajuda de personagens suspeitos: o exótico Leon Saiter, um alcoólatra sem muita perspectiva que arriscará a própria vida para obter êxito na resolução do caso e a interessante Anabelle, que vive um dilema dentro de si onde questionará suas verdades e seus valores.
A tríade investigadora conclui a soma dos catetos, tornando Chantilly um do desafios mais intrigantes do seu viver.
Mergulhe nesta aventura, em um ambiente noir, repleta de mistérios a serem desvendados numa cidade onde as pessoas perderam as lembranças.
Primeiro tenho que agradecer à Mare por ter sido a primeira autora à aceitar parceria, valeu Mare.
Então vamos à resenha.
Catherine Aragon, escreveu um diário no intuito caso também fosse atingida, não esquecer suas lembranças, a cidade onde mora Chantilly, uma pequena cidade da França está sofrendo com alguma estranha epidemia, as pessoas estão perdendo suas Memórias. Dez anos depois, alguém encontra o diário Ethan Stuart começa a investigar o caso Chantilly, já que ele tem algo com o assassinato de sua mulher, e acaba contando com a ajuda de Leon Saiter, um alcoólatra, com um belo humor negro, e Annabelle, ou seria Louise? Uma bela jovem muito suspeita.
Quando comecei a ler Chantilly, não consegui parar, é envolvente, os personagens são engraçados, e suspeitos, e a gente fica pensando, será que dá pra confiar nele? Como o Leon por exemplo, é um personagem apaixonante, mas que toda hora eu pensava ‘ele só vai fazer isso?’ ou ‘reage Leon’. Sério, em alguns momentos eu o via como um preguiçoso bêbado e folgado, mas em outros ele é irreverente e sério, pronto para nos surpreender.
Tirando aqueles livrinhos infantis, Chantilly foi o livro que eu li em menos tempo, primeiro por que é fininho, e segundo por que tem uma leitura gostosa, e envolvente. Apesar de ser o primeiro livro da Mare, é muito bom, e acho que Copenhague tem tudo para ser ainda melhor. Parabéns Mare, por nos presentear com uma obra tão doce (trocadilho bestam eu sei) e intrigante, espero que você continue no ramo, por que talento você tem, e muito.














